sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Financiamento de veículos sem entrada terá restrição do BC

O consumidor terá, a partir de agora, mais dificuldade para comprar veículos sem entrada. Pelas normas anunciadas nesta sexta-feira pelo Banco Central, haverá restrições de recursos para financiamentos com prazo superior a 24 meses.

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Pela nova regra, para não cair na restrição, os bancos deverão exigir uma entrada de pelo menos 20% nos financiamentos entre 24 e 36 meses para carros novos ou usados.

Nos parcelamentos entre 36 e 48 meses, a entrada sobe para 30%. Entre 48 e 60 meses, para 40%.

Todas as vendas de veículos com prazo superior a 60 meses terão restrição, independentemente da entrada.

Para restringir essas operações, o BC vai exigir que os bancos façam uma reserva de capital 50% maior para garantir esses empréstimos.

Hoje, para cada R$ 100 emprestados, o banco precisa ter uma reserva de R$ 11. Nos financiamentos que o BC classificou como de 'prazos muito longos ou garantias insuficientes', o valor da reserva sobe para R$ 16,50.

Isso significa que, se o banco fizer essas operações, terá menos recursos para emprestar.

Regra similar foi adotada para os empréstimos consignados acima de 36 meses e para o crédito pessoal ou aquisição de bens acima de 24 meses. Em todos os casos, os bancos poderão oferecer as operações se elevarem a reserva, mas isso encarece e desestimula o financiamento.

A medida vale somente para novos empréstimos, concedidos a partir da próxima segunda-feira (6).

Como o BC quer restringir apenas o crédito ao consumo, não haverá restrição de prazo para crédito imobiliário, rural ou aquisição de veículos de carga com capacidade de transporte acima de duas toneladas, como caminhões. O crédito a pessoas jurídicas também não foi afetado.

ANÚNCIO

O BC anunciou uma série de medidas para reduzir o ritmo de aumento do crédito e intensificar o processo de desaceleração da economia, a fim de evitar o aumento da inflação.

Haverá aumento do compulsório (dinheiro dos bancos que fica depositado no BC), para retirar R$ 61 bilhões da economia, restrição para empréstimos de longo prazo a pessoas físicas e retirada da ajuda do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para bancos de menor porte.

O depósito compulsório é um dos instrumentos que o Banco Central usa para controlar a quantidade de dinheiro que circula na economia. O mecanismo influencia o crédito disponível e as taxas de juros cobradas. A medida adotada neste momento pelo governo foi tomada para tentar conter a inflação.

O objetivo, de acordo com o presidente do BC, Henrique Meirelles, é restabelecer as condições do mercado de crédito no período pré-crise de 2008 e evitar a formação de bolhas.

Meirelles lembrou que, em março, um mês antes do início do último ciclo de aumento taxa básica de juros, o BC também havia anunciado medidas semelhantes para conter a expansão do crédito.

A afirmação aumenta as expectativas de que o BC voltará a aumentar a taxa básica de juros, hoje em 10,75% ao ano, na reunião da próxima semana ou em janeiro.

MEDIDAS

Além do aumento do compulsório sobre depósitos à vista e a prazo, as emissões de Letras Financeiras ficarão isentas de recolhimento compulsório (depósitos a prazo).

"Essa medida reduz a liquidez do mercado e inibe a formação de bolhas e a assunção de riscos que podem ser negativos para a saúde da economia no futuro. Elimina também o restante das medidas de liquidez introduzidas durante a crise", disse Meirelles.

Em relação ao crédito para pessoas físicas, os bancos terão de possuir uma reserva maior de capital para conceder empréstimos nas linhas: consignado (acima de 36 meses), veículos (acima de 24 meses, dependendo do valor da garantia) e outros financiamentos acima de 24 meses.

Financiamentos imobiliários, crédito rural e compra de veículos de carga (ônibus e caminhões) não serão atingidos pela medida.

"Operações com prazos muito longos e valor de garantia insuficiente passam a ser penalizadas com alocação maior de capital por parte das instituições financeiras", disse Meirelles.

Segundo ele, a tendência atual de alongamento de prazos pode levar a situações em que o bem dado em garantia já tenha perdido seu valor no final do financiamento.

INFLAÇÃO

Meirelles destacou que essa medida também tem implicações macroeconômicas, "com impacto no mercado de crédito e também via preços".

Ele afirmou que essas ações "macro-prudenciais" não substituem a política de regulação da taxa básica de juros, mas devem ser usadas de forma complementar pelo BC.

"É prudente não dissociar essas ações das de política monetária. São complementares e usadas em situações diferentes. Em março de 2010, o BC também elevou as alíquotas de compulsório e, em abril, adotou medidas de política monetária com o aumento da taxa Selic", disse o presidente do BC.(fonte Folha de São Paulo)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Guerra de braço entre EUA e China longe do fim

Parece mesmo que esta novela na questão de valorizar e desvalorizar sua moeda para ter poder de barganha e compensar as perdas financeiras, está longe do fim para os EUA e a China. Mesmo depois da reunião do G20 dar mostras de que os dois países teriam tentando uma conversa, ninguém parece querer ceder. O presidente Lula foi firme quanto à posição dos governistas, afirmando que tanto um país como o outro, tem que trabalhar em ter a moeda forte nas transações cambiais dentro de seu país. E que tentar estratégias que desestabilizam a economia de países emergentes é um comportamento sem escrúpulos, haja vista, que a economia dos mesmos sofre para manter-se livre da invasão de uma moeda barata, dando margens a futuros problemas.

Vasculhando as notícias veiculadas,li reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico, dizendo que o clima de aversão ao risco no mercado internacional pressionou os preços do petróleo, que encerraram as operações em queda nesta terça-feira (16).
O contrato de WTI para dezembro terminou valendo US$ 82,34 o barril, com recuo de US$ 2,52, enquanto o de janeiro de 2011 fechou com queda de US$ 2,45, para US$ 82,84. Em Londres, o Brent de janeiro fechou a US$ 84,73, recuo de US$ 2,03, enquanto o barril para fevereiro de 2011 fechou com desvalorização de US$ 2,04, para US$ 84,93.
Os investidores se preocupam com um possível movimento de aperto monetário por parte da China, o que poderia conter o ritmo de crescimento econômico do país e, por consequência, limitaria a demanda pela commodity. Nesta terça, diante da elevação da inflação, o presidente do banco central do país afirmou que deve apertar o controle sobre a liquidez, manter um crescimento racional do crédito e prosseguir firmemente com a reforma do regime cambial.
Também influenciou as negociações a valorização do dólar frente às principais moedas do globo, o que desestimula a procura pelo petróleo nos mercados financeiros.
Como disse na abertura, outros capítulos serão vistos nos dias seguintes. Aguardem e verão.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Petrobrás inaugura centro de pesquisa

Petrobrás inaugura centro de pesquisa

Isso é desenvolvimento de qualidade, e tecnologia que possivelmente chegará de alguma forma ao alcance dos brasileiros.
Grande informação

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

De quem é o direito?

No último mês algumas pessoas ligadas a um “Movimento” que não sei bem identificar sua origem porque já tem acento e, portanto não é pelo visto Sem Terra, invadiram uma agência de um banco em Itamaraju, extremo sul da Bahia, profetizando angariar uma dissolução de suas dívidas contraídas por financiamento fundiário ao qual tomaram para adquirir sua terra. O fato é que o contrato entre as partes estabelecido por meio de uma associação que os representa, joga a dívida para cima, ou seja, o valor total ficaria mais alto sendo honrado na coletividade como se propôs no ato da assinatura do contrato entre as partes. Mas a renegociação das dívidas propostas pelo governo federal perdoaria as dívidas daqueles que tivesse contraído dívida em torno de R$10 mil, o que rateado de um a um daria condições de os “sem terra”, agora com terra, de terem suas dívidas pagas, sem nunca terem que pagar aos cofres públicos o que devem. Parece justo isso com os outros agricultores familiares que tomaram um pouco mais de empréstimo na fonte, coisa de até R$20 mil?- Pois é, caros leitores, não sei; e deixo para que vós mesmos julgueis.
O fato é que em tempos de guerras políticas pelo pleito de quatro anos, qualquer barulho pode ser o som de um tambor insano atrás de votos de almas sem orientação. Como foi e continuará sendo.
Segundo informações desta mesma instituição bancária, invadida, a renegociação baseada na lei 12.249/210 dispõe do argumento que somente tem direito ao benefício aqueles cujos contratos rurais foram contratados até 15 de janeiro de 2001 e com o valor de até R$35 mil. Pela lei 12.249/210, podem ser beneficiados cerca de 570 mil clientes do BNB, entre mutuários do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), micros, pequenos e médios produtores, bem como suas cooperativas e associações.

Para pleitear a liquidação de sua operação o mutuário deverá procurar sua agência de relacionamento no Banco afim e verificar a possibilidade de enquadramento na Lei 12.249/2010, que prevê a concessão de rebates que podem chegar a 85% do valor total da dívida, para efeito de liquidação.

Nos casos de remissão, tanto para operações do Pronaf B, de valor contratado até R$ 1 mil, quanto para clientes cuja dívida atualizada seja de até R$ 10 mil, o cliente receberá uma correspondência do Banco, não havendo necessidade de contato prévio.
Dito isto, sem mais delongas.
Ah, já me esquecendo de dizer. O poder público já se manifestou sobre o caso e informou que esta questão teria que ser resolvida pelo INCRA, mas virou um disse me disse e então, por enquanto foi anunciado que iria se fazer uma vistoria nas terras dessas pessoas que tomaram estes empréstimos, para ver se era legítimo o pedido de - extinguir para sempre a dívida destes lotes rurais. Então o capítulo desta história não acabou. Se segue no próximo ano, conforme o seguimento do processo destas vistorias e o veredicto final desta ação. Tenho dito.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Recessão nos EUA durou 18 meses, estabelece comitê

Período de declínio econômico foi o maior desde a II Guerra Mundial.

A recessão econômica nos Estados Unidos, resultante da crise financeira mundial, durou 18 meses, afirmou nesta segunda-feira (20) o Comitê de Datação de Ciclos Econômicos do Escritório Nacional de Pesquisa Econômica (NBER, na sigla em inglês), órgão responsável por determinar oficialmente quando começam e terminam esses ciclos.

Segundo o grupo, a recessão, a mais longa da história do país desde a Segunda Guerra Mundial, teve início em dezembro de 2007 e encerrou-se em junho de 2009, superando os 16 meses de retração da economia dos EUA registrados em duas ocasiões – entre 1973 e 1975, e entre 1981 e 1982.

O NBER define recessão como “um período de atividade econômica decrescente espalhada pela economia, durando mais que alguns meses, normalmente visível no PIB real, emprego, produção industrial e vendas do varejo.

O entendimento do NBER é diferente do comumente adotado pelo mercado, que considera recessão uma queda no PIB em dois trimestres consecutivos. Essa lógica aponta o fim da recessão no terceiro trimestre de 2009, quando a economia teve expansão de 2,2%.

De acordo com o comitê, caso o Produto Interno Bruto (PIB) volte a encolher no futuro próximo, o fato será considerado como uma nova recessão.Do G1, em São Paulo

Economistas do mercado preveem mais inflação para 2010 e 2011

Previsão para IPCA de 2010 volta a subir e, para 2011, chega perto de 5%. Mercado financeiro eleva novamente estimativa para o PIB deste ano.

Alexandro Martello
Do G1, em Brasília


Os analistas do mercado financeiro voltaram a elevar, na última semana, a sua estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, que passou de 4,97% para 5,01%, informou o Banco Central nesta segunda-feira (20) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Para 2011, a previsão do mercado avançou de 4,90% para 4,95%.

No Brasil, vigora o sistema de metas de inflação, pelo qual o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas. Para 2010 e 2011, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Deste modo, pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Ambas as previsões (2010 e 2011) estão acima da meta central de 4,5%, mas dentro do intervalo de tolerância de dois pontos percentuais estipulado pelo governo.

Juros
O mercado manteve a expectativa de que a taxa básica de juros da economia brasileira será mantida no atual patamar, de 10,75% ao ano, até o fim deste ano. No ano que vem, porém, a previsão dos economistas é de que, com a inflação em alta, o BC volte a elevar os juros. A expectativa do mercado financeiro é de que os juros subam para 11,75% ao ano até dezembro do próximo ano.

Crescimento econômico
Os economistas dos bancos subiram de novo, na última semana, a sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2010, que passou de 7,42% para 7,47%. Se confirmada, será a maior expansão desde 1986 (7,49%). Para 2011, a estimativa do mercado de crescimento da economia brasileira foi mantida em 4,5%.

A previsão do mercado financeiro para o PIB deste ano começou a subir, com mais intensidade, após o anúncio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de que o PIB do segundo trimestre deste ano avançou 1,2% na comparação com os três primeiros meses de 2010. No acumulado do primeiro semestre, o crescimento foi de 8,9%.

Taxa de câmbio
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2010 recuou de R$ 1,77 para R$ 1,75 por dólar. Para o fechamento de 2011, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio caiu de R$ 1,81 para R$ 1,80 por dólar.

Balança comercial
A projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2010 permaneceu em US$ 15 bilhões na semana passada.

Para 2011, o BC revelou nesta segunda-feira que a previsão dos economistas para o saldo da balança comercial subiu de US$ 9,56 bilhões para US$ 9,9 bilhões de superávit.

No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado para o ingresso de 2010 foi mantida em US$ 30 bilhões. Para 2011, a projeção de entrada de investimentos no Brasil caiu de US$ 38,2 bilhões para US$ 38 bilhões.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Não largo essa canoa


Se a canoa não virar olê olê olá. Eu chego lá. Bem cantarolava a “Marcha do Remador” de Antônio Almeida quando comecei a ouvir os noticiários avisando sobre este tal incentivo que o governo ia ou vai dar aos pescadores na oferta de comprar dois ou três super barcos de pesca para eles. Era o que mais se lia nos jornais de Salvador há alguns dias. Entendam caros meus, que estes barcos são ou serão destinados a uma associação de pescadores aqui da Bahia que, por sua vez, estão acostumados a pescar todo o santo dia, indo e vindo enfrentando o alto mar com sua canoa, que graças a Deus, é responsável por trazer o pão de cada dia pra casa com a bênção da mãe do mar, a santa Yemanja.
O problema é que mesmo com essa boa vontade toda em financiar barcos para os pequenos pescadores da Bahia ou de qualquer lugar do Brasil, ainda haverá quem não saiba manusear o tão arrojado barco para pescar atum ou seja o que for. Veja isso meus amigos. Estes barcos exibem performance de alta tecnologia capazes de navegar em águas profundas e armazenar gamas de pescado. Mas mesmo assim, ainda há que se questionar se esta associação está preparada e recebeu incentivos ou orientações para custear a montagem de um local para armazenar este pescado quem vem fresquinho do mar em “grande” quantidade e assim fazer funcionar seu comércio. Sem perdas e danos. Se alguma ação eleitoreira, politiqueira ou sei lá mais o que queira, vale fazer negócio direito, especialmente com quem tem pinto para dar água em casa. E não mexe com pescador porque eles são protegidos por Yemanja e ela quando pega raiva de alguém. Sei não viu, já dizem por aqui os crentes nos orixás da Bahia e na África mãe. Isso é só um aviso.

No artigo anterior que escrevi aqui no Brincadeira tem Hora de título “Se tem maré, tem peixe”, há um trecho em que informa o seguinte: Na Bahia, pela primeira vez os pescadores terão à disposição equipamentos para a prática da pesca oceânica em grande escala ao longo do litoral baiano. Um acordo de cooperação técnica entre a Bahia Pesca – empresa vinculada à Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri) – e a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca vinculada à Presidência da República, (Seap), vai capacitar os pescadores das cooperativas de pesca de Camaçari, no Litoral Norte de Salvador, e Itacaré, no Sul do Estado, para operar embarcações oceânicas com capacidade acima de 35 toneladas de pescados. O acordo faz parte do Pro - Frota (Programa Nacional de Financiamento da Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira Nacional) programa que financia a aquisição de barcos pesqueiros para a pesca oceânica, para cooperativas de pescadores em todo o País.
(...) Também deverá ser assinado um convênio com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) para a construção dos quatro barcos – dois para a Cooperativa de Pescadores de Camaçari e dois para a Cooperativa de Itacaré. A expectativa é que as embarcações sejam entregues dentro de um prazo de um ano e meio. Os barcos irão atender a aproximadamente 180 pescadores associados nas duas cooperativas.
O terminal Pesqueiro de Salvador deverá ter o Estudo de Viabilidade Econômica concluído ainda neste semestre, e em seguida o mesmo estudo será feito em Ilhéus. Logo após esses trabalhos serão apresentados os respectivos projetos executivos, com perspectivas que até o final do ano as obras comecem. As estimativas de custos são de aproximadamente R$ 15 milhões para as obras em Salvador, já inclusas no PAC (Programa de Aceleração do crescimento) e de aproximadamente R$ 6,5 milhões para o terminal de Ilhéus.
No Litoral Norte do Estado da Bahia, onde está inserido o município de Camaçari e outros cinco municípios, atualmente existem 87 embarcações motorizadas, com uma produção estimada anual de pescado de 592 toneladas. Já no Litoral Sul e Região do Baixo Sul, onde está o município de Itacaré, são 11 municípios, 672 barcos e uma produção anual estimada de 14.113 toneladas de pescados.
Para um dos representantes da Cooperativa de Pescadores de Itacaré, Agnaldo Green, trata-se de uma mudança de estrutura que em muito vai influenciar as atividades de pesca na Bahia. “O desafio é agora e estamos preparados para enfrentá-lo”, disse, referindo-se à capacitação dos pescadores para o uso de novas tecnologias.
Mesma avaliação teve o representante da Cooperativa de Pesca de Camaçari, Pedro de Assis, que destacou a luta dos pescadores para conseguirem se inserir nos projetos de modernização do setor pesqueiro feito pelo Governo Federal. “Em quatro anos nunca vimos tamanha boa vontade com, o setor pesqueiro. E isso vai influenciar as futuras gerações de pescadores”, disse.
Então, com tanta esperança e comemoração assim, vamos esperar que todos naveguem sobre o mar. Encham as redes sofisticadas de pescadas nobres e distribuam no mercado seu mais novo prato do dia. E agradem a rainha do mar, Odó Iyá yemanja pelos bons ventos que os trazem.