sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Indústria de máquinas quer programa de crédito definitivo

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse ontem que o Programa de Sustentação de Investimento (PSI) deve ser prorrogado. A data para o encerramento do programa estava estipulada em 31 de março deste ano. Ele não quis, contudo, antecipar qual será o novo prazo e quais serão as mudanças no PSI. Pimentel afirmou apenas que "devem ser muito favoráveis ao setor produtivo". Os comentários do ministro foram feitos após participar da 27ª reunião do Fórum Nacional da Indústria, realizada no escritório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.
Já o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, presente no encontro, disse que Pimentel garantiu que o PSI seria uma política definitiva e que não haveria mais necessidade de prorrogá-lo. Ele adiantou que o governo sinalizou que a taxa de juros cobrada no subsídio vai aumentar, "o que é ruim", analisou. Para o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, a taxa compatível com o mercado deveria ficar entre 6% e 6,5%, no máximo.
Questionado sobre o possível aporte do Tesouro Nacional ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para serem usados nas linhas de financiamento do PSI, Pimentel informou que o anúncio deve ser feito nos próximo dois dias. "A MP [medida provisória] sobre isto deve sair em 48 horas", disse o ministro. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, também questionado após a reunião na CNI, preferiu não comentar o assunto.
Fonte ligada ao governo afirmou na semana passada que o aporte do Tesouro ao BNDES deve ser entre R$ 45 bilhões e R$ 55 bilhões. A previsão era de que o anúncio seria feito nesta quinta-feira,17.(com informações da Interface)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pressão da indústria e de exportadores é uma das lutas a ser travada com governo Dilma

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Pelos sinais demonstrados por meio de pedidos feitos pela indústria e pelos exportadores, a negociação com o governo Dilma Rousseff terá impasses. A Interface Engenharia Aduaneira também acredita que o governo Dilma Rousseff terá muito trabalho para atender a estes pedidos dos exportadores e da indústria brasileira. A divulgação de déficit na balança comercial do País já na primeira semana de 2011 deixou todos de cabelo em pé, confirmando uma tendência provocada pela desvalorização do dólar. O saldo comercial desta primeira semana mostrou-se deficitário em US$ 486 milhões. O Brasil está importando mais do que exportando e corre risco de desindustrialização.
Na notícia abaixo, divulgada ainda no final de dezembro de 2010 pelo jornal O Estado de S. Paulo, portanto antes da posse de Dilma e de seus ministros, empregadores e sindicalistas cobram a implantação de medidas protecionistas no Brasil, além da criação de incentivos fiscais para as indústrias aqui instaladas.
Vale a pena atentar ao texto que mostra o receio da invasão dos importados, especialmente dos produtos chineses, que são produzidos a custos baixíssimos se comparados aos custos brasileiros.
Em reportagem veiculada pelo jornal Estado de São Paulo, nos últimos dias, o governo Federalparece estudar maneiras para que a economia não sofra com reações da indústria e dos exportadores. A matéria começa já falando em ameaça de invasão por parte de importadores. Confira na íntegra:- Sob ameaça da invasão de importados,capital e trabalho deixaram as diferenças de lado para juntar forças numa cruzada em defesa do produto brasileiro. A aliança entre representantes das indústrias e das centrais sindicais começou a ser articulada nas mesas de negociação salarial, avançou em reuniões setoriais conjuntas e deve ganhar força no início de 2011, com a posse do governo Dilma Rousseff.
Empresários e sindicalistas pretendem convencer o novo governo a adotar medidas de proteção contra as importações e de incentivo fiscal e tributário a setores afetados pelo avanço do processo de substituição da produção local por estrangeiros. Entre eles, estão a cadeia de abastecimento do setor automotivo, bens de capital, eletroeletrônicos, calçados e têxteis.
Queremos falar com a presidente Dilma, a equipe econômica e os parlamentares para mostrar o mal que isso está causando à economia, diz o presidente da Força Sindical e deputado federal, Paulo Pereira da Silva.
A ideia é ter um diagnóstico sobre a situação e identificar os setores afetados, além da apresentação de propostas. Nesse sentido, os presidentes do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, e da categoria em São Paulo, Mogi das Cruzes e Região, Miguel Torres, vão propor hoje ao presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, eventos para debater a competitividade da indústria nacional.
Estamos pensando em promover, entre janeiro e fevereiro, um debate com esse tema reunindo a visão dos trabalhadores, dos empresários e do governo, conta Nobre. Num momento como este, não dá para cada um ter a sua agenda. É necessário ter uma agenda única, um diagnóstico comum das medidas importantes para reverter o quadro, completa
A atuação conjunta do capital e do trabalho faz sentido. Nas negociações salariais deste ano, os trabalhadores chegaram a conquistar aumentos superiores a 6% além da inflação. Mas o ganho poderia ter sido maior. As empresas alegam que perdem competitividade com o aumento dos salários, afirma Torres.
Os sindicalistas temem que, no caso de uma eventual reviravolta no mercado interno, as empresas, além de importar, passem a demitir. Há preocupação ainda sobre os novos investimentos e a criação de empregos.
Um exemplo é o da Usiminas, que desistiu de construir uma usina no Vale do Aço, em Minas Gerais. A unidade, que estava embargada desde a crise internacional, teria capacidade para produzir 5 milhões de toneladas por ano e exigiria investimentos de US$ 6 bilhões. Se somar a importação direta e indireta de aço este ano, estamos falando de 10 milhões de toneladas, o que representa quase duas Usiminas, afirma o presidente-executivo do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes.(com informações do Estado de São Paulo)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Espumante e enfeites estão entre produtos com maior tributação no Natal; veja lista

A carga tributária dos produtos mais vendidos no Natal se mantém alta, porém estável em relação ao ano passado, segundo estudo divulgado pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). O consumidor paga, por exemplo, 48,02% em tributos pelos enfeites natalinos ou 59,49% a cada garrafa de espumante.
A carga tributária dos presentes também é elevada. No caso do iPod, 49,45% do preço do produto vem de tributação. Para televisores, a carga é de 44,94%; telefones celulares, 39,80%; laptops, 33,62%; microcomputadores (até R$ 3.000), 24,30%.
Consumidor paga 48,02% em tributos pelos enfeites natalinos
"Nesses produtos a quantidade de tributos federais é maior que a dos estaduais e municipais, mas o ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços], um tributo estadual, é um dos que mais incide sobre o valor final dos produtos, podendo alcançar uma alíquota de 25%", diz o presidente do IBPT, João Eloi Olenike.
Segundo o levantamento do IBPT, os perfumes importados lideram o ranking em tributação, com 78,43%. "A tributação dos importados é maior, pois, além deles terem todos os tributos incidentes dos produtos nacionais, ainda estão embutidos o imposto de importação", afirma Olenike.

VEJA A CARGA TRIBUTÁRIA DOS PRODUTOS

Aparelho MP3 ou iPod: 49,45%
Árvore de Natal: 39,23%
Bacalhau importado: 43,78%
Biquíni: 33,44%
Bola de futebol: 46,49%
Bolsa de couro: 41,52%
Brinquedos: 39,70%
Cartão de Natal: 37,48%
CD: 37,88%
Chester/peru/pernil: 29,32%
Enfeites de Natal: 48,02%
Espumante: 59,49%
Frutas: 21,78%
Jogos eletrônicos: 72,18%
Joias: 50,44%
Laptop (acima de R$ 3.000): 33,62%
Livros: 15,52%
Micro computador (até R$ 3.000): 24,30%
Moto (acima de 250 CC): 64,65%
Moto (até 125 CC): 43,81%
Nozes: 36,45%
Óculos de sol: 44,18%
Panetone: 34,63%
Passagem aérea: 22,32%
Patins: 52,78%
Peixes: 34,48%
Perfume importado: 78,43%
Perfume nacional: 69,13%
Presépio: 35,93%
Roupas: 34,67%
Sapatos: 36,17%
Telefone celular: 39,80%
Televisor: 44,94%
Tênis importado: 58,59%
Veículo 1.0: 36,82%
Veículo 2.0: 41,12%
Vinho: 54,73%
Whisky: 61,22%-
fonte-Folha SP

Financiamento de veículos sem entrada terá restrição do BC

O consumidor terá, a partir de agora, mais dificuldade para comprar veículos sem entrada. Pelas normas anunciadas nesta sexta-feira pelo Banco Central, haverá restrições de recursos para financiamentos com prazo superior a 24 meses.

Mantega admite alta nos juros devido a medidas do BC
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Pela nova regra, para não cair na restrição, os bancos deverão exigir uma entrada de pelo menos 20% nos financiamentos entre 24 e 36 meses para carros novos ou usados.

Nos parcelamentos entre 36 e 48 meses, a entrada sobe para 30%. Entre 48 e 60 meses, para 40%.

Todas as vendas de veículos com prazo superior a 60 meses terão restrição, independentemente da entrada.

Para restringir essas operações, o BC vai exigir que os bancos façam uma reserva de capital 50% maior para garantir esses empréstimos.

Hoje, para cada R$ 100 emprestados, o banco precisa ter uma reserva de R$ 11. Nos financiamentos que o BC classificou como de 'prazos muito longos ou garantias insuficientes', o valor da reserva sobe para R$ 16,50.

Isso significa que, se o banco fizer essas operações, terá menos recursos para emprestar.

Regra similar foi adotada para os empréstimos consignados acima de 36 meses e para o crédito pessoal ou aquisição de bens acima de 24 meses. Em todos os casos, os bancos poderão oferecer as operações se elevarem a reserva, mas isso encarece e desestimula o financiamento.

A medida vale somente para novos empréstimos, concedidos a partir da próxima segunda-feira (6).

Como o BC quer restringir apenas o crédito ao consumo, não haverá restrição de prazo para crédito imobiliário, rural ou aquisição de veículos de carga com capacidade de transporte acima de duas toneladas, como caminhões. O crédito a pessoas jurídicas também não foi afetado.

ANÚNCIO

O BC anunciou uma série de medidas para reduzir o ritmo de aumento do crédito e intensificar o processo de desaceleração da economia, a fim de evitar o aumento da inflação.

Haverá aumento do compulsório (dinheiro dos bancos que fica depositado no BC), para retirar R$ 61 bilhões da economia, restrição para empréstimos de longo prazo a pessoas físicas e retirada da ajuda do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para bancos de menor porte.

O depósito compulsório é um dos instrumentos que o Banco Central usa para controlar a quantidade de dinheiro que circula na economia. O mecanismo influencia o crédito disponível e as taxas de juros cobradas. A medida adotada neste momento pelo governo foi tomada para tentar conter a inflação.

O objetivo, de acordo com o presidente do BC, Henrique Meirelles, é restabelecer as condições do mercado de crédito no período pré-crise de 2008 e evitar a formação de bolhas.

Meirelles lembrou que, em março, um mês antes do início do último ciclo de aumento taxa básica de juros, o BC também havia anunciado medidas semelhantes para conter a expansão do crédito.

A afirmação aumenta as expectativas de que o BC voltará a aumentar a taxa básica de juros, hoje em 10,75% ao ano, na reunião da próxima semana ou em janeiro.

MEDIDAS

Além do aumento do compulsório sobre depósitos à vista e a prazo, as emissões de Letras Financeiras ficarão isentas de recolhimento compulsório (depósitos a prazo).

"Essa medida reduz a liquidez do mercado e inibe a formação de bolhas e a assunção de riscos que podem ser negativos para a saúde da economia no futuro. Elimina também o restante das medidas de liquidez introduzidas durante a crise", disse Meirelles.

Em relação ao crédito para pessoas físicas, os bancos terão de possuir uma reserva maior de capital para conceder empréstimos nas linhas: consignado (acima de 36 meses), veículos (acima de 24 meses, dependendo do valor da garantia) e outros financiamentos acima de 24 meses.

Financiamentos imobiliários, crédito rural e compra de veículos de carga (ônibus e caminhões) não serão atingidos pela medida.

"Operações com prazos muito longos e valor de garantia insuficiente passam a ser penalizadas com alocação maior de capital por parte das instituições financeiras", disse Meirelles.

Segundo ele, a tendência atual de alongamento de prazos pode levar a situações em que o bem dado em garantia já tenha perdido seu valor no final do financiamento.

INFLAÇÃO

Meirelles destacou que essa medida também tem implicações macroeconômicas, "com impacto no mercado de crédito e também via preços".

Ele afirmou que essas ações "macro-prudenciais" não substituem a política de regulação da taxa básica de juros, mas devem ser usadas de forma complementar pelo BC.

"É prudente não dissociar essas ações das de política monetária. São complementares e usadas em situações diferentes. Em março de 2010, o BC também elevou as alíquotas de compulsório e, em abril, adotou medidas de política monetária com o aumento da taxa Selic", disse o presidente do BC.(fonte Folha de São Paulo)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Guerra de braço entre EUA e China longe do fim

Parece mesmo que esta novela na questão de valorizar e desvalorizar sua moeda para ter poder de barganha e compensar as perdas financeiras, está longe do fim para os EUA e a China. Mesmo depois da reunião do G20 dar mostras de que os dois países teriam tentando uma conversa, ninguém parece querer ceder. O presidente Lula foi firme quanto à posição dos governistas, afirmando que tanto um país como o outro, tem que trabalhar em ter a moeda forte nas transações cambiais dentro de seu país. E que tentar estratégias que desestabilizam a economia de países emergentes é um comportamento sem escrúpulos, haja vista, que a economia dos mesmos sofre para manter-se livre da invasão de uma moeda barata, dando margens a futuros problemas.

Vasculhando as notícias veiculadas,li reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico, dizendo que o clima de aversão ao risco no mercado internacional pressionou os preços do petróleo, que encerraram as operações em queda nesta terça-feira (16).
O contrato de WTI para dezembro terminou valendo US$ 82,34 o barril, com recuo de US$ 2,52, enquanto o de janeiro de 2011 fechou com queda de US$ 2,45, para US$ 82,84. Em Londres, o Brent de janeiro fechou a US$ 84,73, recuo de US$ 2,03, enquanto o barril para fevereiro de 2011 fechou com desvalorização de US$ 2,04, para US$ 84,93.
Os investidores se preocupam com um possível movimento de aperto monetário por parte da China, o que poderia conter o ritmo de crescimento econômico do país e, por consequência, limitaria a demanda pela commodity. Nesta terça, diante da elevação da inflação, o presidente do banco central do país afirmou que deve apertar o controle sobre a liquidez, manter um crescimento racional do crédito e prosseguir firmemente com a reforma do regime cambial.
Também influenciou as negociações a valorização do dólar frente às principais moedas do globo, o que desestimula a procura pelo petróleo nos mercados financeiros.
Como disse na abertura, outros capítulos serão vistos nos dias seguintes. Aguardem e verão.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Petrobrás inaugura centro de pesquisa

Petrobrás inaugura centro de pesquisa

Isso é desenvolvimento de qualidade, e tecnologia que possivelmente chegará de alguma forma ao alcance dos brasileiros.
Grande informação

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

De quem é o direito?

No último mês algumas pessoas ligadas a um “Movimento” que não sei bem identificar sua origem porque já tem acento e, portanto não é pelo visto Sem Terra, invadiram uma agência de um banco em Itamaraju, extremo sul da Bahia, profetizando angariar uma dissolução de suas dívidas contraídas por financiamento fundiário ao qual tomaram para adquirir sua terra. O fato é que o contrato entre as partes estabelecido por meio de uma associação que os representa, joga a dívida para cima, ou seja, o valor total ficaria mais alto sendo honrado na coletividade como se propôs no ato da assinatura do contrato entre as partes. Mas a renegociação das dívidas propostas pelo governo federal perdoaria as dívidas daqueles que tivesse contraído dívida em torno de R$10 mil, o que rateado de um a um daria condições de os “sem terra”, agora com terra, de terem suas dívidas pagas, sem nunca terem que pagar aos cofres públicos o que devem. Parece justo isso com os outros agricultores familiares que tomaram um pouco mais de empréstimo na fonte, coisa de até R$20 mil?- Pois é, caros leitores, não sei; e deixo para que vós mesmos julgueis.
O fato é que em tempos de guerras políticas pelo pleito de quatro anos, qualquer barulho pode ser o som de um tambor insano atrás de votos de almas sem orientação. Como foi e continuará sendo.
Segundo informações desta mesma instituição bancária, invadida, a renegociação baseada na lei 12.249/210 dispõe do argumento que somente tem direito ao benefício aqueles cujos contratos rurais foram contratados até 15 de janeiro de 2001 e com o valor de até R$35 mil. Pela lei 12.249/210, podem ser beneficiados cerca de 570 mil clientes do BNB, entre mutuários do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), micros, pequenos e médios produtores, bem como suas cooperativas e associações.

Para pleitear a liquidação de sua operação o mutuário deverá procurar sua agência de relacionamento no Banco afim e verificar a possibilidade de enquadramento na Lei 12.249/2010, que prevê a concessão de rebates que podem chegar a 85% do valor total da dívida, para efeito de liquidação.

Nos casos de remissão, tanto para operações do Pronaf B, de valor contratado até R$ 1 mil, quanto para clientes cuja dívida atualizada seja de até R$ 10 mil, o cliente receberá uma correspondência do Banco, não havendo necessidade de contato prévio.
Dito isto, sem mais delongas.
Ah, já me esquecendo de dizer. O poder público já se manifestou sobre o caso e informou que esta questão teria que ser resolvida pelo INCRA, mas virou um disse me disse e então, por enquanto foi anunciado que iria se fazer uma vistoria nas terras dessas pessoas que tomaram estes empréstimos, para ver se era legítimo o pedido de - extinguir para sempre a dívida destes lotes rurais. Então o capítulo desta história não acabou. Se segue no próximo ano, conforme o seguimento do processo destas vistorias e o veredicto final desta ação. Tenho dito.