domingo, 13 de junho de 2010

Tudo grandioso na agricultura de ouro do oeste baiano


E a arte de fotografar de meu Gabriel continua por esse nordeste afora. Em visitas a propriedades produtoras de grãos no oeste da Bahia, as novidades e implementações no uso da tecnologia de produção desta região pode-se ver que trabalho e maestria são ferramentas necessárias para o sucesso em qualquer empreendimento. Meu repórter fotográfico favorito pode registrar algumas imagens preciosas de como é bom ver a produção pujante nos terreiros de café de Luiz Eduardo Magalhães, onde até o grupo Barra da Saia virou estouro no gosto da miscelânea de baianos, mineiros, gaúchos, paranaenses e quem mais estiver voltado para o agronegócio brasileiro.O pincel que torneia os campos de fertilidade é também responsável por colocar à mesa o rebento que nos supre de energia. Nosso pão nosso de cada dia nos dai hoje.

Como são várias as insinuações das imagens nuas da audácia e ousadia de homens agroempreendedores em suas peripécias em plantar café, soja, feijão, milho, gergelim, arroz, algodão, e o que mais lhes aprouver de espaço para renovar o pasto, podemos ver e quase tatear como a agricultura é um fundamento da evolução dos seres vivos. Posso até concordar que há uma grande devastação e derrubada de matas para a expansão do agronegócio, mas é certo que a produção de alimentos é necessária e passível de aposta num país como o Brasil, que tem ainda, uma grande área própria para plantio esperando para ser trabalhada.


Nesta oportunidade vou evidenciar as imagens colhidas em Luiz Eduardo durante o Bahia Farm Show, (antigo Agrishow) evento que acontecesse há 10 anos, e que atrai milhares de pessoas durante cinco dias com o intuito certo de fazer negócios e trocar experiências. Momento também de difundir tecnologia com tudo que há de mais novo no mercado. Implementos agrícolas, e maquinário de última geração são um espetáculo à parte neste evento que reúne também bancos que investem no agronegócio. O volume aproximado de negociações equivale a R$ 200 milhões. Em 2009, foram movimentados cerca de R$ 209 milhões, conforme a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

Teste de aroma e paladar do café tipo exportação do oeste baiano

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